Ela é a musa do seu próprio sofrimento Ela é a escavadora da sua própria sepultura Ela é a pintora da sua vista para o oceano e de cada fatal onda Ela é a sombra do seu pai Ela é a escuridão em vossa vista. Ela é a noite sem estrelas cercando o pálido luar Ela é a música sem palavras Ela é...
Verde... sempre te refletiste no meu periférico E continuaste... observando... enquanto eu tentava colorir o meu mundo E aqui estou eu... Nos meus negros e azuis, sem vida, vacilante nos meus monótonos matizes. Através de olhos caleidoscópicos, eu idealizei os meus céus Mas o pote do arco-íris eram mentiras de romances Então, sem nada a ganhar, nada a perder Eu apenas me misturei...